Basta.
Após a dissolução devem deixar imediatamente de receber. Se não é assim fazem todos fazem parte da mesma pandilha.
quinta-feira, 31 de março de 2011
sexta-feira, 19 de março de 2010
dentes
BOCA
A abertura pela qual o alimento entra no tubo digestivo é a boca. Aí encontram-se os dentes e a língua, que preparam o alimento para a digestão, por meio da mastigação. Os dentes reduzem os alimentos em pequenos pedaços, misturando-os à saliva, o que irá facilitar a futura ação das enzimas.
Características dos dentes
Os dentes são estruturas duras, calcificadas, presas ao maxilar superior e mandíbula, cuja atividade principal é a mastigação. Estão implicados, de forma direta, na articulação das linguagens. Os nervos sensitivos e os vasos sanguíneos do centro de qualquer dente estão protegidos por várias camadas de tecido. A mais externa, o esmalte, é a substância mais dura. Sob o esmalte, circulando a polpa, da coroa até a raiz, está situada uma camada de substância óssea chamada dentina. A cavidade pulpar é ocupada pela polpa dental, um tecido conjuntivo frouxo, ricamente vascularizado e inervado. Um tecido duro chamado cemento separa a raiz do ligamento peridental, que prende a raiz e liga o dente à gengiva e à mandíbula, na estrutura e composição química assemelha-se ao osso; dispõe-se como uma fina camada sobre as raízes dos dentes. Através de um orifício aberto na extremidade da raiz, penetram vasos sanguíneos, nervos e tecido conjuntivo.
Em sua primeira dentição, o ser humano tem 20 peças que recebem o nome de dentes de leite. À medida que os maxilares crescem, estes dentes são substituídos por outros 32 do tipo permanente. As coroas dos dentes permanentes são de três tipos: os incisivos, os caninos ou presas e os molares. Os incisivos têm a forma de cinzel para facilitar o corte do alimento. Atrás dele, há três peças dentais usadas para rasgar. A primeira tem uma única cúspide pontiaguda. Em seguida, há dois dentes chamados pré-molares, cada um com duas cúspides. Atrás ficam os molares, que têm uma superfície de mastigação relativamente plana, o que permite triturar e moer os alimentos.
sistema digestivo
O SISTEMA DIGETIVO
O sistema digestivo humano é formado por um longo tubo musculoso, ao qual estão associados órgãos e glândulas que participam da digestão. Apresenta as seguintes regiões; boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus.
A parede do tubo digestivo, do esôfago ao intestino, é formada por quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e adventícia.
O sistema digestivo humano é formado por um longo tubo musculoso, ao qual estão associados órgãos e glândulas que participam da digestão. Apresenta as seguintes regiões; boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus.
A parede do tubo digestivo, do esôfago ao intestino, é formada por quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e adventícia.
sistema digestivo
O SISTEMA DIGETIVO
O sistema digestivo humano é formado por um longo tubo musculoso, ao qual estão associados órgãos e glândulas que participam da digestão. Apresenta as seguintes regiões; boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus.
A parede do tubo digestivo, do esôfago ao intestino, é formada por quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e adventícia.
O sistema digestivo humano é formado por um longo tubo musculoso, ao qual estão associados órgãos e glândulas que participam da digestão. Apresenta as seguintes regiões; boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus.
A parede do tubo digestivo, do esôfago ao intestino, é formada por quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e adventícia.
Nutrientes
Função principal
protidos-estruturais
lipidos-energia calorifica
vitaminas-regulador
glucido-energia motora
água-estrutural e reguladora
sais minerais-reguladores
Função secundária
protidos-energia motora
lipidos-estrutural
vitaminas-nao tem função secundária
glucido-estrutural
água-nao tem função secundária
sais minerais-estrutural
protidos-estruturais
lipidos-energia calorifica
vitaminas-regulador
glucido-energia motora
água-estrutural e reguladora
sais minerais-reguladores
Função secundária
protidos-energia motora
lipidos-estrutural
vitaminas-nao tem função secundária
glucido-estrutural
água-nao tem função secundária
sais minerais-estrutural
Nutrientes
Composição quimica
Orgânicos
-lipidos
-glucidos,glicidos ou hidratos de carbono
-vitaminas
-prótidos
Inorgânicas
-Água (H2O)
-Sais minerais
(Ca,Fe,Mg,K,Na,Cl,I...)
Orgânicos
-lipidos
-glucidos,glicidos ou hidratos de carbono
-vitaminas
-prótidos
Inorgânicas
-Água (H2O)
-Sais minerais
(Ca,Fe,Mg,K,Na,Cl,I...)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Factores que influenciam a alimentação
Geograficos:
localização
isolamento
clima
socio-culturais:
relegiao
cultura
etnias
guerras
económicos:
desenvolvimento
riqueza/pobreza
relevo
Guerras
localização
isolamento
clima
socio-culturais:
relegiao
cultura
etnias
guerras
económicos:
desenvolvimento
riqueza/pobreza
relevo
Guerras
Teias e cadeias alimentares
Os seres vivos de uma comunidade estao ligados através da sua alimentação.
Nível trófico-é a forma que cada ser obtem alimento num ecossistema.
Teia alimentar-cruzamento de várias cadeias alimentares(no mesmo ecossistema)
Os seres podem ser:
Produtores-transformam matéria inorgânica em orgânica.(Autotróficos)
consumidores-transformam matéria orgânica em orgânica.(Heterotróficos)
Decompositores-tranformam matéria inorgânica em inorgânica(Heterotróficos)
)
Nível trófico-é a forma que cada ser obtem alimento num ecossistema.
Teia alimentar-cruzamento de várias cadeias alimentares(no mesmo ecossistema)
Os seres podem ser:
Produtores-transformam matéria inorgânica em orgânica.(Autotróficos)
consumidores-transformam matéria orgânica em orgânica.(Heterotróficos)
Decompositores-tranformam matéria inorgânica em inorgânica(Heterotróficos)
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
Órgãos basálticos
Paisajens Geológicas

O caos de blocos é uma paisagem característica do granito.
O granito ao arrefecer e por alívio de pressão, fractura-se em paralelepípedos,cubos cause perfeitos.
As diacláses sao as fracturas da rocha.Ogrenito uma vez a superficie a erosão começa a actuar com maior facilidade nas diacláses.

Os paralelepípedos começam a alterar-se pelos vértices e arestas.Ao longo de milhões de anos os cubos transforman-se em esferas.
Os granitos, sendo rochas plutónicas e devido à sua composição mineralógica, são muito resistentes à erosão ficam em saliência relativamente ao resto da paisagem formando serras.Os blocos arredondados ,normalmente aparecem nas serras porque o granito e uma rocha dura e pesada e isso permite ficar inclidada e nao cair.A estes blocos chamam-se Caos blocos
terça-feira, 19 de maio de 2009

CICLO DAS ROCHAS
As rochas sofrem erosão, devido a agentes erosivos, depois vão ser transportadas até grandes depressões(bacia de sedimentação), que depois da diagnése(5 fenómenos), vão constituir uma rocha sedimentar.Depois sofre a reorientação dos materias (cozimento),origina a rochas metamórficas.Se o metarmofismo for muito intenso as rochas podem fundir, dando origem ao magma, que ao recristalizar origina uma rocha magmática.
quarta-feira, 18 de março de 2009
PROPRIEDADES DOS MINERAIS

Mineral- Associação natural de elementos químicos, dispostos numa rede cristalina bem definida.
Cor- É a cor que o mineral apresenta à vista desarmada. Pode não corresponder à verdadeira cor do mineral.
Risca- É a verdadeira cor do mineral, corresponde à cor do mineral reduzido a pó. Na prática utiliza-se a porcelana, a cor que o mineral deixar na porcelana é a verdadeira cor do mineral.
Brilho- Pode ser: baço (sem brilho); vítreo; nacarado, sedoso, gorduroso, metálico, adamantino.
Clivagem - É a propriedade que alguns minerais apresentam de se poderem separar (partir) por superfícies planas.
Dureza- Existem duas formas de medir a dureza dos minerais
Escala de Mohs tem a seguinte ordem:
Grau 1 – talco,
Grau 2 – gesso
Grau 3 – calcite
Grau 4 – fluorite
Grau 5 – apatite
Grau 6 – ortóclase
Grau 7 – quartzo
Grau 8 – topázio
Grau 9 – corindo
Grau 10 – diamante
Escala prática:
A unha humana consegue riscar os minerais de dureza 1 e 2; o alfinete risca os
minerais até dureza 3, o canivete e o x-acto, até 5 e a lima até 6. Os minerais
de dureza 6 e 7 riscam o vidro e os minerais de 8 a 10, para além de riscarem,
cortam o vidr

Mineral- Associação natural de elementos químicos, dispostos numa rede cristalina bem definida.
Cor- É a cor que o mineral apresenta à vista desarmada. Pode não corresponder à verdadeira cor do mineral.
Risca- É a verdadeira cor do mineral, corresponde à cor do mineral reduzido a pó. Na prática utiliza-se a porcelana, a cor que o mineral deixar na porcelana é a verdadeira cor do mineral.
Brilho- Pode ser: baço (sem brilho); vítreo; nacarado, sedoso, gorduroso, metálico, adamantino.
Clivagem - É a propriedade que alguns minerais apresentam de se poderem separar (partir) por superfícies planas.
Dureza- Existem duas formas de medir a dureza dos minerais
Escala de Mohs tem a seguinte ordem:
Grau 1 – talco,
Grau 2 – gesso
Grau 3 – calcite
Grau 4 – fluorite
Grau 5 – apatite
Grau 6 – ortóclase
Grau 7 – quartzo
Grau 8 – topázio
Grau 9 – corindo
Grau 10 – diamante
Escala prática:
A unha humana consegue riscar os minerais de dureza 1 e 2; o alfinete risca os
minerais até dureza 3, o canivete e o x-acto, até 5 e a lima até 6. Os minerais
de dureza 6 e 7 riscam o vidro e os minerais de 8 a 10, para além de riscarem,
cortam o vidr
domingo, 7 de dezembro de 2008
Tempo Geológico
sábado, 6 de dezembro de 2008
tipos de fossilização


Incrustação – Ocorre quando substâncias trazidas pelas águas que se infiltram no subsolo e se depositam em torno do animal ou planta, revestindo-o, como por exemplo acontece em animais que morreram no interior de cavernas. Os materiais mais comuns são calcite, pirite, limonite e sílica.
Mineralização – Ocorre quando substâncias minerais são depositadas em cavidades existentes em ossos e troncos. É assim que se forma a madeira petrificada.
Recristalização - Ocorre quando se dá um rearranjo da estrutura cristalina de um mineral, dando-lhe mais estabilidade, como por exemplo a transformação de aragonite em calcite.
Carbonificação - ocorre quando há perda de substâncias voláteis restando uma película de carbono. É mais frequente nos restos de seres vivos contendo quitina, celulose ou queratina.
Mumificação - ocorre quando o ser vivo ficou aprisionado em âmbar ou em gelo. É o mais raro de todos os tipos de fossilização, mas devido ao âmbar (resina) e ao gelo, o ser vivo conserva as suas partes moles, dando-nos informações preciosas à cerca do ser vivo.
Moldagem - Processo mais vulgar, resulta do preenchimento interno das partes duras do ser vivo por sedimentos, ou da moldagem da parte externa das partes duras do ser vivo. (Para se ter a noção real do ser vivo é necessário ter o molde e o contramolde)
Fossil

Fósseis (do latim fossilis) são os restos materiais de antigos organismos ou as manifestações da sua actividade, que ficaram mais ou menos bem conservados nas rochas ou em outros fósseis.
Entende-se por:
1. restos materiais – evidências de partes do organismo como ossos, dentes, troncos, chifres, ou o corpo inteiro em casos excepcionais;
2. manifestações de actividade são de dois tipos –
a)vestígios orgânicos, como estruturas reprodutoras (ovos, sementes, esporos, pólenes, etc.), excrementos (cuprólitos) e restos de construções orgânicas;
b)rastos, designados por icnofósseis ou icnitos, como pegadas ou impressões de outras partes do corpo (dentadas, por exemplo), pistas, galerias abertas em rochas, esqueletos ou troncos, etc.
Para que se forme um fóssil é necessário que as evidências sofram uma série de transformações químicas e físicas ao longo de um período de tempo. Assim, só se consideram fósseis os vestígios orgânicos com mais de 13.000 anos (idade aproximada da última glaciação do Quaternário – o Würm).
sábado, 25 de outubro de 2008
Teoria da deriva continental de Alfred Wegner

Há muitos milhões de anos atrás dizia-se que os continentes andavam á deriva num grande ocwww.unb.br/ig/sis/terra1.jpgeano.Formando um supeer continente-A PANGEIA
Actualmente existem seis continentes, sendo eles: América, África, Ásia, Oceania, Europa e Antártica. A teoria de Wagner propunha a existência de uma única massa continental chamada Pangéia, que começou a se dividir a 200 milhões de anos atrás.
Esta ideia foi complementada na época por Alexandre Du Toit, professor sul-africano de geologia, que postulou que primeiro a Pangéia se separou em duas grandes massas continentais, Laurásia ao norte e Gondwana no sul. Posteriormente estas duas massas teriam se dividido em unidades menores e constituído os continentes actuais.

Embora Wegner apresentasse provas extremamente fortes da sua teoria da deriva continental, falhava na explicação do mecanismo que seria responsável pela separação dos continentes. Wagner simplesmente postulou que as massas continentais teriam se arrastado sobre o assoalho oceânico, separando-se umas das outras, movidas por forças gravitacionais produzidas pela saliência equatorial.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Dobras e falhas no planeta terra


Há :
-Força compresivas
-Força distensivas
As dobras formam-se com movimentos lentos e forças compresivas, as falhas formam-se com movimentos bruscos e forças distensivas o que leva ao rebntamento da terra, isto tudo acontece com os movimentos do magma na astenosfera.
Há dois tipos de dobras:
-a dobra anticlinal(quando se forma uma espécie de montanha)
-a dobra sinclinal(quando forma uma espécie de vale)
Nas duas dobras temos:
-O flanco direito
-A charneira
-O flanco esquerdo
Quando a dobra compresiva e mais forte dum lado do que outro chama-se ou dobra anticlinal deitada (se for a montanha)e a dobra sinclinal deitada (se for o vale)
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
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